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Archivio Io Suono Italiano ?     archivio dal tango alla musica caraibica

ROMA, Aeroporto. Começa uma nova aventura! Em poucas horas vou sair; destino Rio de Janeiro, Brasil.
Continua a turnê latino-americana que começou em outubro passado com o show "Io Suono Italiano - Um ano de viagens entre a Itália Sonora". Mas há uma novedade
.

A IDEIA:
desde três meses que estou trabalhando em isso; é um relato de todos estes anos de dedocumentaçoes de material musical na Itália; eu chamei ele "Função Social da Música Tradicional Italiana"; é um workshop que eu vou ter em algumas universidades no Brasil. Vou tentar mostrar através de vídeos, gravações e experiências no campo durante esses anos (muitas festas e poucas horas de sono) o efeito da música em algumas das comunidades que visitei. O programa pode ser encontrado clicando na foto à esquerda.

O SONHO:
eu me lembro de uma palestra na Universidade de Veneza, durante a qual o prof. de etnomusicologia (M. Agamennone) fez um curso sobre o fenômeno do Tarantismo em Salento, fazendo ver o famoso filme dirigido por G. Mingozzi em '62 "La Taranta" em colaboração com E. de Martino e D. Carpitella. (neste link podem encontra-lo legendado em portugues pela primeira vez por Miriam Cruz e Prado). Fiquei muito animado em ver esse filme. Eu estava curioso em saber o que havia permanecido do fenômeno do Tarantismo e queria descobrir quais fossem as funções que tinha a música italiana em outros rituais. Essa curiosidade benéfica se materializou na criação do projeto "O Caminho da Música". Quando comecei a documentar a música ao redor do mundo, decidi que um dia eu estaria no lugar do meu professor, e parece que esse tempo agora chegou .. no Brasil!!!

O Workshop tem a duração de 10 horas e termina com ao super-replicado show multimídia "Io Suono Italiano" Que já trouxe três vezes em turnê na América Latina (veja a materia). A primeira parada será na Universidade de Florianópolis UDESC (SC , Brasil) logo na Fundação Cultural de Joinville, em seguida na ACIRS de Porto Alegre. As datas dos workshop e das performances serão publicadas na coluna da direita.

Beleza!!!

VERSIONE IN ITALIANO  
 
O dia 14 de Janeiro 2014 morreu Valdete Cordeiro, coordinadora do projeto "Meninas de Sinhà" e ser humano maravilhoso. Boa viagem Valdete, quero lembrar de voce assim!

O RETORNO
: eu tinha conhecido elas em 2007, durante a primeira edição do projeto  "O Caminho da Musica - Do Tango até a Musica caribenha". Desde então nunca mais parei de falar sobre esse maravilhoso encontro, mesmo durante os meus shows.  As emoções daquele dia pode ser encontrada aqui. Nesta ocasião, eu cheguei atrasado, elas apenas tinham ido embora, após do ensaio, mas a Valdete (a coordinadora) chamou elas uma por uma e elas voltaram pra mim.. Fiquei super emocionado! A luz do sol naquela época e a atmosfera mágica de Alto Vera Cruz fizeram o resto. Outro grande momento na minha vida que eu nunca vou esquecer! Obrigado.
VERSIONE ITALIANA

MULHERES: os rostos cheios de vida vivida até o osso, no seus olhos tem paixão, no seus passado tem depressão, no seus presente tem alegria, no seus futuro tem música.

IL PROGETTO: "Meninas de Sinhá" é um projeto social, alem de um grupo musical. é uma ferramenta poderosa contra os danos devastadores da depressão. Depressão devida a uma vida difícil consumida entre as dificuldades da vida cotidiana no pobre e fascinante bairro Alto Vera Cruz, no estado de Minas Gerais no Brasil. Histórias de solidão, violência, abuso doméstico, especialmente de dependências em antidepressivos.



MÚSICA COMO ANTIDEPRESSIVO
: Eva diz: «graças a este grupo eu troquei os antidepressivos pela alegria». Maria Isabel: «Ggraças a essas irmãs que me tomou pela mão e me trouxe até aqui, eu não estou mais sozinha, e agora eu estou feliz», e ancora Nilva: «este grupo e essas mulheres são a minha família».


A RODA: Valdete Cordeiro é a coordenadora e criadora do grupo. Ela diz que ficava preocupada de ver todas essas mulheres escravizadas pelos remedios. Ela começou a convidá-las uma a uma para sessões de conversa. Chegarom bons resultados, fazendo trabalhos manual. Não foi fácil: «elas ficaram desconfiadas e pensavam que não poderia fazê-lo, por medo de negligenciar sua família». Mas logo obteve bons resultados. Então ela descobriu que a verdadeira solução estava no jogo. «A roda sempre esteve presente na vida dessas mulheres; lembram da suas infância, da suas mãe, dos seus melhores momentos». E ao fazer a roda, tem que cantar.. e assim surgiu as "Meninas de Sinhá", que é também um projeto de pesquisa musical muito interessante que contribui para manter e enriquecer o repertório tradicional Minero.

O VIDEO: poderia escrever um livro sobre essas mulheres, mas .. está já publicado um, além de um filme, vários cd e tournee no mundo! E agora vem esse novo vídeo, pequeno e simples, mas para mim é de valor inestimável! Uma boa visão.

OBRIGADO:
Meninas de Sinhá, Valdete Cordeiro, Janice Pires (foto), Sol Bueno, Rodrigo Salvador, Suely Machado.

 
Florianopolis: encontrei Marlene Vicente, uma mulher que trabalha com argila. Marlene não é música, mas suas mãos, além de fabricar fascinante artesanato local, são hábeis fabricantes de um instrumento chamado "Udu" aqui no Brasil, comumente chamado de "Moringa". "Udu" é um instrumento Africano (Nigéria), embora o seu som pode lembrar de um instrumento indiano. Faz parte da categoria de "idiophones" e "aerophones". Na Nigéria é tocado pelas mulheres durante os rituais religiosos e em ocasiões festivas e seu som, para aquela cultura, representa a voz dos antepassadosVERSIONE IN ITALIANO

Argila no sangue
: Marlene diz: "a argila entrou no meu sangue". Conta que tinha uma paixão pelo barro de uma idade jovem e que sempre brincava com o barro. A mãe ralhava com ela, quando chegava em casa suja da cabeça aos pés. Quando o barro tornou-se o material de seu trabalho, Marlene disse à sua mãe: "Agora você não pode me ralhar!". Marlene acredita que o trabalho com o barro é terapêutico, porque tem a ver com os quatro elementos: terra, ar, água, fogo. O
resto de sua história está no vídeo a seguir..

VERSIONE IN ITALIANO

 
 
 
La Zamba es uno de los más representativos de los ritmos argentinos. No se debe confundir con el brasileiro Samba, porqué es muy diferente! En este post Alejandro Carrara (www.alejandrocarrara.com), un excelente músico del floklore argentino, que conocí en Mar del Plata, nos explica, a través de una pieza compuesta por él, la técnica correcta para tocar una Zamba con la guitarra, el principal instrumento de este tipo, además del Bombo leguero. VERSIONE IN ITALIANO


La Zamba tiene sus orígenes en el Perú, donde nace con el nombre Zamacueca. Gracias al natural intercambio cultural, el género ha llegado a la Argentina, Chile y Bolivia, ganándose el nombre que se le dava a las mujeres hermosas, resultado del cruze entre la sangre africana e indígena. La Zamba sería un baile que tenía la intención de atraer a estas mujeres y en la actualidad cuenta con una coreografía muy precisa y distinta de otras danzas. Los textos de la mayoría de las Zamba son románticos. El ritmo es de 6/8 y 3/4.

 
Una de las etapas de la Tournée Latinoamericana es San Juan, una ciudad argentina ubicada al norte de Mendoza, en medio de un desierto que hace muchos años fue un enorme lago. Es diciembre, es un calor infernal, un calor que me hace sentir muy lejos de casa. El paisaje alrededor de San Juan me recuerda a mi primer viaje en la Argentina (2006) cuando como primera etapa elegí el Valle de la Luna y el parque natural Ischigualasto. Fue emocionante encontrar las imágenes segestivas que estaban impresas indeleble en mi memoria. VERSIONE IN ITALIANO
La fecha en San Juan, està en una sala de la Sociedad Italiana Ausonia, un circulo italiano entre los más grande y organizado que he visto durante mis viajes. Me reciben Raúl Polentarutti, el presidente y Laura Serafino, profesora de italiano y profesora de la Universidad de San Juan. Raul tiene orígenes furlanas y trata con muchos esfuerzos de hacer llegar a San Juan un poco de tradición italiana, con el fin de mantener fresco el recuerdo de los muchos descendientes italianos que viven aquí, que a lo largo de los años son propensos a olvidar sus prorpias orígenes.

 

 
13 de noviembre
La gira de espectaculos sigue su camino a
Córdoba, una de las ciudades más grandes de Argentina. Antes de llegar allí tengo dos actuaciones: una en Chivilcoy, provincia de Buenos Aires, en el Museo Pompeo Boggio, en una fecha organizada por Ana Maria Argnani, vicepresidente de la Dante Alighieri, la otra en Marcos Juárez, ya en la provincia de Córdoba, en el auditorium de la Sociedad Italiana en una fecha organizada por Horacio Zacchia Presidente del CAVA (Comité de Asociaciones venetas en Argentina). Él es un descendiente de Veneto, su abuelo era de Loreggia (provincia de Padova) y siempre le hablaba el dialecto veneto, por eso Horacio, que ahora tiene 53 años, todavía tiene la cadencia típica de este rincón del Veneto. En estos días estoy quedando en su casa tambien con su esposa Nieves que cocina unas empanadas exquisitas. VERSIONE IN ITALIANO

CARTA DEL BISABUELO: un día, durante una charla descubrí que Horacio tiene algunas cartas que su bisabuelo enviaba desde Loreggia a su hijo (el abuelo de Horacio) que había emigrado a la Argentina en busca de suerte. Era el año 1936 y la Italia era pobre y desolada bajo la sombra amenazante de una guerra mundial que iba a estallar dentro de un rato. Las letras me parecieron muy interesantes, afortunadamente el abuelo de Horacio tenía una buena caligrafía y sabía escribir en italiano. Las he fotocopiado todas, aquí publicaré una, la que más me impresionó, porque muestra de una manera muy clara la situación italiana en ese momento.
Caro figlio e Nora. Con molto ritardo rispondo alla tua lettera ricevuta con allegrezza perchè abbiamo inteso che godete tutti ottima salute e così ti posso dire che è anche di tutti noi parenti e amici. Ti dirò che ho tardato a scriverti per causa che non avevo i soldi per il bollo". (sigue aquí)

LA PEÑA: una noche Horacio me llevó a la 6ta fiesta regionales de acordeones en un pueblo cercano llamado General Baldissera. Traje mi guitarra conmigo, pero me olvidé de la cámara, así que usé la del teléfono, pero las imágenes son de muy baja calidad. Es una pena, porque la noche de tango interpretado por un numeroso grupo de acordeonistas locales fue muy emocionante. Los músicos me invitaron en algunas piezas y me fuí de la peña con un "Certificado de Honor". Graciaaaaas!!!


.
Agradecimientos: Ana Maria Argnani, Luciano Giacomini, Dante Alighieri di Chivilcoy, Horacio Zacchia e la moglie Nieves, Lidia Righetto, Sociedad Italiana di Marcos Juarez, Lorena Paula Demin. VERSIONE IN ITALIANO

 
Una pequeña parte del espectaculo "Io Suono Italiano" en el grande Teatro Colon de Mar del Plata, en ocasión de las celebraciones por el 35° aniversario del Centro Abruzzese Marplatense. VERSIONE IN ITALIANO

Un agradecimiento especial al público meravilloso que partecipó con entusiasmo.
Pronto estaré de vuelta en Mar Del Plata: el espectáculo tendrá lugar el 27-28 de noviembre en La Cuadrada (9 de Julio 2737 - Tel: (0223) 492-3057.
 

Para las próximas fechas en Argentina miren a la columna al lado.

 
14 de octubre, Plaza de Mayo, Buenos Aires, Argentina.
"El Camino de la Música" llega por octava vez en esta ciudad maravillosa, y su aire, como a no traicionar el atributo que se le ha dado, es realmente buena! Llegar aquí siempre me emociona, es como la primera vez. Buenos Aires tiene algo que me emociona la parte más sensible del alma y su inmensidad me la acaricia. La bienvenida tiene un sabor salobre, como a indicar una
suave separación de mi Italia: hoy por las calles de la ciudad se pueden escuchar las notas un poco desafinada de acordeones y gaitas italianas, nada a que ver con el apasionado bandoneón que llora tango! Hoy Buenos Aires Celebra Italia! es el nombre del evento organizado por distintas asociaciones en el territorio italiano. Son muchos: Calabrieses, Puglieses, Venetos, Molisanos, Abruzzeses, Marquigianos... todas aquellos pueblos que a lo largo de la historia han cruzado el charco, algunos en el barco otros más tarde en avión, y en la maleta, a además de un poco de ropa y un montón de esperanza, ponieron su tradición. Y es magia...  VERSIONE IN ITALIANO

 
 

 
Vamos! Otra vez. Destino Buenos Aires.    VERSIONE IN ITALIANO
La primera de una larga serie de etapas más o menos organizadas dentro de 6 meses. Parece mucho, pero a veces pasa en un instante.

El camino de la Música vuelve en Latinoamérica. Esta vez no es un viaje de investigación, aunque si espero que no falten los momientos para poder documentar sino de un viaje de "espectaculos".

Así que voy a "trabajar" ... trabajo ... Me resulta siempre complicado de pronunciar esta palabra. Siempre he considerado este un término relacionado con la fatiga, el sacrificio y de mala gana.
Me gusta más llamarla "pasión pagada"
.

Tournée en Argentina, Chile, Uruguay y Brasil, con el espectáculo "IO SUONO ITALIANO - un año de viajes a travez de la Italia que toca"

Piensar que hace unos años me fui a Italia con la legendaria casa rodante del los años '80 (prestado por Associazione Camperisti Marca Trevigiana y Museo della Moto), con 500 euros en el bolsillo para buscar historias de música entre el pueblo italiano y ahora voy a contar estas mismas historias en América Latina, hace cosquillas a mi corazóncito.
Piensar que al pueblo Latinoamericano les intereses conocer estas historias y en consecuencia, les intereses conocer mi país, me hace muy orgulloso.

Me hace un poco meno orgulloso pensar en dejar una Italia empobrecida y maltratadas que voy a reconocer en las historias de los migrados que encontraré.

Me siento un poco "migrante". Es la primera vez que me pasa. Me voy a América, como los abuelos que entrevisté. Pero yo voy a volver antes o despues!

En la maleta puse una promesa y una guitarra.

La gira esta organizada por: Commissione Giovani del Comites di San Paolo, COOTIBRA - Cooperativa di Servizi Italiani in Brasile, MAIE - Movimento Associativo Italiani all'Estero, ATM - Associazione Trevisani nel Mondo, Società italiana “Le Tre Venezie”, COMVESC – Comitato delle Associazioni Venete per lo Stato di Santa Catarina

PRIMERA ETAPA DE LA TOURNEE
Martes 16 de Octubre 2012
Istituto Italiano di Cultura di Buenos Aires
M.T. Alvear 1119 Capital Federal

 

 
Versione in italiano
El MARIACHI:
el icono musical de México famoso en todo el mundo.
Durante mi peregrinación en esta hermosa tierra, uno de mis deseos más fuertes fué entrar en el corazón de su fantastico mundo hecho de musica sin fin, a veces desafinada, lleno de alegria y fiesta, pero también de sacrificio y dedicación.


EL ANTECEDENTE: a enseñarme la verdadera vida de los Mariachi es el grupo Aztahuacan, que conocì gracias a algunos amigos mexicanos que para celebrar mi cumple (veas aqui), lo contrató para dedicarme las canciones típicas para la ocasión. El animo elegante y acogedor que caracteriza el verdadero mariachi ha hecho de manera que en poco tiempo me convertí de "víctima" a "cómplice" de su juegos musicales, ganando un lugar en la legendaria furgoneta que utilizan para moverse dentro del caótico D.F. (Districto Federal - Ciudad de México) para cumplir la serie de compromisos. Una ocasión única y rara!!

EL ANIMO MEXICANO: la actividad comienza durante la mañana y se prolonga hasta la noche, a veces sin parar.
La competencia es muy grande: hay docenas de grupos de mariachi que esperan en la Plaza Garibaldi o en otras zonas del DF, de recibir la llamada de un cliente.

En México, los pretextos para llamar a los Mariachi son muchos, digamos que cada oportunidad es la correcta: de un nacimiento a un funeral, de un casamiento a un divorcio, de un cumpleaño al día del santo, de la celebración por la victoria del equipo favorito a la "celebración" para la pérdida de la partida decisiva. En breve: para el bien y el mal, hay Mariachi.. por lo tanto, no hay falta de trabajo.

EL SECRETO DEL MARIACHI: dentro de la camioneta, entre un compromiso y el otro, los miembros del grupo Aztahuacan me revelan los secretos de sus trabajo. Me llama la atención sus disponibilidad para mí y el entusiasmo que demuestran en responder a mis preguntas curiosas. - «El secreto es simplemente divertirse! - Si nos divertimos, transmitimos la emoción, que inevitablemente infecta el cliente que nos paga y el éxito está garantizado». Es más fácil decirlo que hacerlo, porque esto significa que los inevitables momentos de fatiga o indisponibilidad tienen que desaparecer en frente del cliente. El Mariachi tiene que aparecer siempre alegre y enérgico; es el chamano de la fiesta mexicana.

LA SERENATA: luego de varias bodas, cumpleaños y otras ocasiones festivas, mi viaje con el Mariachi culmina con un contrato para una serenata. Ya es noche, pero mis nuevos amigos Mariachi parecen no mostrar signos de fatiga, aunque si se escucha un fuerte ruso: uno de ellos se quedó dormido, pero los otros me dicen que está "revisando las partituras". Nos acercamos a la casa con paso ligero. Los perros ladran a riesgo de sospechar a la dama y así estropear la sospresa. Por suerte ella no se despierta. Cuando el grupo se coloca debajo de la ventana, el sonido de la primera pieza (Las Mañanitas) rompe el silencio de la oscuridad. Los perros se unen al sonido ululando desafinadamente y comienza la fiesta. La muchacha mira sospresa por la ventana, luego baja, abraza a su hombre y lo besa amorosamente. Los perros ladran más fuerte .. Tal vez a una muchacha italiana estas canciones no le pareciera adecuadas para un momento romántico, pero observando las expresión de la chica mexicana, yo apostaría que la serenata fue un éxito!



MARIACHI SE NACE: sin duda algo que realmente me llamó la atención es la solidaridad que existe entre el Mariachi, no sólo dentro del mismo grupo, sino también entre diferentes formaciones. Estos músicos comparten el tiempo, el calor del asfalto de la calle, la pérdida de voz, el cansancio, las interminables esperas, los largos viajes.. entre el Mariachi no se nota un espíritu maligno de competencia comercial, sino un orgullo de una ética de vida y de honor. De hecho Mariachi se nacen!

INFORMACIÓN HISTÓRICA: el lugar de origen del Mariachi es todavía tema de debate, y la competencia se disputa entre Ciudad de México y Guadalajara, Jalisco. Inicialmente, en la segunda mitad del 800, la formación típica del mariachi era un trío de cuerdas, por lo general violín,
vihuela e guitarrón; y luego se les unieron instrumentos como arpa y guitarra fhasta el día de hoy con formaciones de 7 a 12 elementos y la intromisión de instrumientos de viento. Incluso el traje ha sido objeto de cambios significativos en el estilo, comenzando por el clásico sombrero y poncho al típico "charro" con uniforme negro o blanco.

VERSIONE IN ITALIANO
ENGLISH VERSION COMING SOON!!


Ringraziamenti: Grupo Mariachi Aztahuacan, Sergio Inurrigarro (Asociacion Pro-Cultura de Mezcal), Fortino Hernandez, Mayra Crosshwaytt.

 
 

 
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